PUBLICIDADE

Volta do Fusca? “Clone” elétrico chinês é registrado no Brasil

Por Revista Síndico
Última atualização: 17/01/2022
, ,

ora-punk-cat-1-1-
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Há dois anos o último Volkswagen Fusca foi produzido no mundo. Ele saiu de linha (pela terceira vez!) em 2019 sem deixar sucessores. Agora, o Besouro pode voltar ao Brasil, mas com algumas diferenças. Em vez do nome Fusca, o chame de Ballet Cat. A fabricante não é a Volkswagen, mas a chinesa Great Wall. E o famoso motor a ar virou um propulsor elétrico.

Apresentado no Salão de Xangai de 2021, o Ballet Cat, que até pouco tempo era conhecido como Punk Cat, é produzido pela ORA, submarca de veículos elétricos e retrôs da Great Wall. O modelo foi registrado no país pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

fusca
Reprodução/Newspress

A GWM (Great Wall Motors) iniciará suas operações no Brasil em 2022. E alguns veículos, inclusive, serão produzidos em Iracemápolis (SP), na antiga fábrica da Mercedes-Benz.

Embora os SUVs e as picapes sejam os grandes chamarizes da montadora por aqui, o clone do Fusquinha pode ganhar espaço em um mercado em ascensão: o de carros urbanos elétricos.

fusca
A ORA fez algumas mudanças no visual da versão de produção para distanciá-lo do Fusca — Foto: Reprodução/Newspress

Por ora, entram nesse segmento os novato Fiat 500e e Mini Cooper S E. Ambos têm visual retrô e são recheados de tecnologias de conectividade e assistência ao motorista.

No caso do chinês, ele é uma releitura do Fusca dos anos 1960. Mas o Ballet Cat deverá oferecer um bom pacote tecnológico, já que é possível notar a presença de sensores e câmeras nas laterais e nas extremidades do carrinho.

Se mantiver a motorização do conceito Punk Cat, o compacto oferecerá duas opções de bateria. A primeira, de 47,8 kWh, garante uma autonomia de até 401 km. Já a segunda tem 59,1 kWh, o suficiente para percorrer até 501 km.

Cabe destacar, porém, que os testes foram feitos no ciclo NEDC, e não no WLTP, sistema mais preciso para testar a autonomia do veículo.

Na tomada, ele leva cerca de oito horas para recarregar e, em fontes de carregamento ultrarrápido, pouco mais de 30 minutos.

 

Fonte: Autoesporte

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE