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Maceió tem aumento de preços nos imóveis

Por Revista Síndico
Última atualização: 20/10/2021

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Estudo de inteligência imobiliária realizado pela APSA – líder nacional em gestão de propriedades urbanas – mostra que está custando mais para se viver em Maceió, numa alta que coloca a cidade como a segunda capital do Brasil com maior valorização entre agosto de 2020 e agosto de 2021, segundo o Fipezap.

No bairro Pajuçara, por exemplo, o aumento em um ano foi de 18%, passando de R$30,00 o m² para R$35,36. O mesmo percentual ocorreu em Mangabeiras, que foi de R$23,35/m² para R$27,55. Cruz das almas atingiu 11% de elevação, indo de R$26,19 a R$29,02. Serraria também cresceu 9%, passando de R$17,26 a R$18,86. Já Ponta Verde e Jatiuca tiveram aumento de 6%, indo o primeiro de R$25,94 para R$27,44 e o segundo de R$25,75 para R$27,23. O que mais chama a atenção é o bairro Farol com elevação de 57% passando de R$14,03 a R$22,08.

Para esse estudo, foram analisadas 260 ofertas de apartamentos de 1 a 4 dormitórios no mês de agosto. Em Jatiúca, onde havia 68 ofertas (25,3% do total) distribuídas em 1, 2, 3 e 4 dormitórios, 13 ofertas eram para imóvel de um quarto, que estavam com preço médio de R$ 38,85/ m², 23 ofertas eram de 2 dormitórios, custando R$ 29,07; 24 eram de 3 quartos, saindo a R$ 21,78 e 8 eram de 4 quartos, cujo m² estava em R$ 28,30. Evidencia-se a quantidade de 24 ofertas de 3 dormitórios (35,3% do total).

Em agosto, a quantidade de imóveis alugada no município reduziu em 15, 8% em relação a agosto de 2020. E 5% com relação a julho de 2021, mostrando uma desaceleração.

Mas quanto ao tempo para alugar, há um considerável diminuição no tempo em que os imóveis ficam vagos. Imóveis residenciais de 2 dormitórios, em Serraria, por exemplo, levavam até 123 dias para serem alugados entre agosto de 2019 e agosto de 2020. Já no último ano, esse tempo reduziu para 23 dias.

De acordo com Micheline Aires, gerente de imóveis da APSA na Região Nordeste, houve sim uma pequena desaceleração, mas nesse momento está havendo novamente aumento na procura por imóveis, o que faz aumentar os preços. “Tem havido pouca oferta para uma maior demanda. Mesmo assim, os clientes ainda pressionam muito por descontos nos valores pedidos. Às vezes não temos o imóvel que o pretendente procura, precisamos enviar captadores para rua a fim de procurar o que se pede. E outro ponto é que o Bairro Pinheiro está com problemas estruturais seríssimos, está afundando, e isso tem feito com que os moradores procurem imóveis nos bairros vizinhos, fazendo com que a demanda aumente e consequentemente os preços dos aluguéis. Outro ponto importante: o aumento do IGP-M nos aluguéis também tem puxado essa alta. Como subiram alugueis antigos, os novos colocados no mercado estão ajustando os valores. Os perfis dos imóveis mais procurados são apartamentos com 1,2 e 3 quartos com bom estado de conservação nos bairros: Jatiuca, Ponta Verde, Poço, Cruz das Almas, Mangabeiras, Serraria, Farol, Gruta de Lourdes e Barro Duro”, afirma.

Já em vendas, Pajuçara tem o metro quadrado médio em R$ 8.937,00, seguido de Cruz das Almas (R$ 7.349,00), Ponta Verde (R$ 6.617,00), Jatiúca (R$ 6.433,00), Mangabeiras (R$ 5.792,00), Farol (R$ 5.468,00), Poço (R$ 5.122,00), Gruta de Lourdes (R$ 4.456,00), Barro Duro (R$ 4.415,00) e Serraria (R$ 3.513).

BAIRRO AGOSTO/20 AGOSTO/21 AUMENTO

Pajuçara R$ 6.950 R$8.935 29%

Ponta Verde R$ 5.611 R$6.617 18%

Mangabeiras R$ 4.618 R$5.792 25%

Farol R$ 4.634 R$5.468 18%

Serraria R$ 3.299 R$3.513 6%

Jatiuca R$ 5.475 R$6.433 17%

Cruz das Almas R$ 5.320 R$6.480 22%

Gruta de Lourdes R$ 4.377 R$4.456 2%

 

Fonte: Al1

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