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Mercado Imobiliário aquecido em Pernambuco

Por Revista Síndico
Última atualização: 25/01/2022
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Em tempos pandêmicos, a venda de imóveis em Recife não só aumentou como também alavancou o número de lançamentos no setor. A necessidade da prática do home office, bem como a vontade de transferência para espaços maiores, ventilados, bem divididos e confortáveis, foram alguns dos fatores que contribuíram para essa estabilidade. De acordo com o CEO da Nogueira Corretores de Imóveis, Armando Nogueira, a segunda moradia, tanto na praia como no campo, foi muito procurada desde o início da pandemia. 

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Armando Nogueira conta que a busca por um imóvel para segunda moradia foi grande, mesmo durante a pandemia, tanto na praia como no campo

Ele conta que no primeiro momento da crise sanitária houve muitas desistências pela compra de imóveis, por causa do anúncio de lockdown, e a insegurança das pessoas com os seus negócios e as suas finanças. “Logo após isso, entendeu-se que o melhor investimento era o imóvel e nós não tivemos grande impacto. Houve uma grande procura, na verdade. Em todo momento de instabilidade, as pessoas fazem a leitura do imóvel como moeda forte, que consegue acompanhar a inflação e que não se deprecia. Quem investe em imóvel ganha duas vezes com a locação do bem e com a valorização dele”, diz Nogueira. 

Amando complementa: “com a crise, as construtoras, incorporadoras e os arquitetos ficaram ainda mais atentos às exigências dos clientes. O ato de cozinhar em casa se tornou importante, por exemplo, e com isso ganharam ainda mais evidência as cozinhas integradas e as varandas gourmet. Estamos vendo uma leva de novos projetos antenados com essas novas demandas que a pandemia despertou”.

Para ele, um grande exemplo de empreendimento lançado com sucesso em plena pandemia, olhando às novas necessidades das pessoas, foi o Fernando Teixeira Bastos, no bairro das Graças, área nobre da Zona Norte de Recife, da Incorporadora Ferreira Pinto. O apartamento oferece uma varanda office com uma estrutura de internet cabeada, um elevador com sistema de desinfecção, além da integração da sala, varanda e cozinha para harmonizar melhor a convivência. 

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Para a corretora Thayane Moura, após o medo inicial da Covid-19, as visitas aos imóveis não pararam com todas as medidas protetivas e o agendamento de clientes para não haver aglomerações

Segundo a consultora imobiliária, Thayane Moura, o período de pandemia tem sido bastante positivo em termos de negócios. “Todo mundo ficou muito receoso, as visitas aos imóveis caíram bastante, porém isso não se manteve. Esse momento para os corretores foi e está sendo muito bom. Realmente, as pessoas começaram a procurar por uma moradia maior e um espaço mais confortável. Mesmo nessa grande crise global de saúde, nós realizávamos visitas com todas as medidas protetivas e o agendamento de clientes para não haver aglomerações. Essas visitas evoluíram da mesma forma que a pandemia foi progredindo. Então, ao contrário do que a gente esperava que fosse dar uma caída e que não fossemos realizar visitas, isso não aconteceu”, conta Thayane.

 

Segunda moradia vira tendência

Durante a pandemia de Covid-19, as casas de praia, chamadas de segunda moradia, viraram a bola da vez, em Pernambuco. As famílias buscaram residências nas regiões de Porto de Galinha, Praia de Carneiros, Praia de Tamandaré e em Gravatá, região serrana. Os bairros mais procurados como Boa Viagem, Casa Forte e Jaqueira seguiram em evidência, porém as pessoas buscaram lugares mais confortáveis, já que as famílias passaram a ficar mais em casa. 

“Os clientes realmente buscaram em massa as grandes novidades do mercado imobiliário localizadas no litoral. Durante a pandemia tivemos muitos lançamentos que a construtora lançava o produto em um dia e em 4h zerava as vendas. Muitos investidores só potencializaram ainda mais seus investimentos e as famílias daqui que não eram investidores migraram para esse cenário de segunda moradia e renda. Com essa instabilidade do mercado econômico, muita gente tirou dinheiro dos fundos que tinha e começou a investir no mercado imobiliário. Sem dúvida nenhuma, os lançamentos mais procurados são os do litoral”, comenta a corretora Thayane Moura. 

mulher sorrindo
Janaína aproveita a oportunidade para comprar dois apartamentos, com varanda voltada para o mar, área de lazer e a 300 metros da praia de Muro Alto, em Porto de Galinhas

A empresária, Janaína Fonseca, de 39 anos, apostou na compra de imóveis na área litorânea de Recife, em Porto de Galinhas. Ela comprou dois apartamentos, com varanda voltada para o mar, área de lazer e a 300 metros da praia de Muro Alto. “Sempre tive vontade de ter um apartamento na praia e com o tempo de espera do lançamento eu consegui juntar o dinheiro da entrada. O prazo de entrega é em 2025. As condições foram muito boas e achei justo o valor. Gostei da forma que foi dividido, dei uma entrada, parcelei uma parte em 36 meses e o restante será acertado com a entrega do apartamento. Comprei pensando no meu lazer e da minha família, além de poder alugar em época de temporada quando eu não estiver na região”, relata.

 

Expectativa alta

Com o avanço da vacinação, indicativos de melhora da pandemia e retomada da economia, a perspectiva é que o mercado imobiliário de compra e venda de imóveis no Brasil siga em alta em 2022. Para o próximo ano, inclusive, a Nogueira Corretores de Imóveis, junto com as principais construtoras parceiras, prepara lançamentos estratégicos e bem localizados. 

“Vamos continuar lançando forte no Litoral Sul pernambucano, com novos lançamentos da Due Incorporadora e Árbore Engenharia, na praia de Muro Alto e também na Praia dos Carneiros. Em Recife, a Nogueira vai lançar ainda no primeiro trimestre, dois empreendimentos de 4 quartos, o Terraza Beira Rio e o Terraza Apipucos, em áreas nobres da Zona Norte, ambos da Construtora Exata. Além disso, lançaremos com a Incorporadora Ferreira Pinto, um imóvel de 4 quartos em Boa Viagem, na Zona Sul, sem falar na perspectiva de outros cinco lançamentos com a Pernambuco Construtora“, revela.

 

 

Por: Fabiana Oliva

 

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