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Como intervir na área comum do condomínio, garantindo um local sofisticado e agradável para todos?

Por Revista Síndico
Última atualização: 02/03/2022
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Em minha estreia como colunista da Síndico Cidade & Serviços, trago um tema que acredito ser de grande valia aos que buscam uma sintonia entre modernização de interiores das suas unidades e dos arredores delas, ou seja, das áreas comuns dos seus condomínios.

Assunto que, às vezes, pode gerar profundas inimizades entre moradores, mas que ao mesmo tempo pode ser simplesmente resolvido com algumas noções básicas que pretendo compartilhar ao longo das diversas intervenções que já realizei. Seja como arquiteto contratado ou apenas como morador nos condomínios onde morei, atingindo um consenso de sucesso, uma vez que certas diretrizes foram traçadas.

 

Atemporalidade

É necessário ter a compreensão de que a atemporalidade é muito mais importante do que os modismos. Ou seja, ter sempre em mente que aqueles materiais que recém surgem e se tornam sensações momentâneas podem se tornar datados rapidamente.

ST MORITZ - GAVEA
ST MORITZ – GAVEA

Por isso, aqui vai a dica: busque materiais como os mármores ou que os que fazem alusão a eles, como os porcelanatos marmorizados. Ao empregar madeiras, opte por tons sóbrios como freijó e lacas claras, e para escolher esquadrias direcione-se para o alumínio natural – sem pinturas – e vidros incolores.

ST MORITZ – GAVEA

 

Consenso

Ao contrário do que prezamos na arquitetura individual, no coletivo deve-se prevalecer a sobriedade. Em uma mesma edificação, classicistas dividem paredes com ultra contemporâneos e ecléticos Kitsch e transitam por elevadores juntos aos ferrenhos defensores do minimalismo. Uma pluralidade.

 

Minimalismo

Na dúvida, o minimalismo é o ideal. Ambientes de maior tráfego de pessoas devem ter seus vãos resguardados para fluxos e por isso a escolha de materiais deve ser pensada para maior impacto e atendimento das normas.

LEBLON OCEAN

Na dúvida, minimize a escolha de superfícies inflamáveis, evite o excesso de almofadas, tecidos e madeiras. Assim, superfícies lisas e impermeáveis, como pedras e revestimentos de porcelana, são os materiais mais indicados.

 

Ilumine

A perfeita iluminação pode ser um trunfo do seu projeto. Pensando em idosos, deficientes e crianças, permita sempre que o seu ambiente esteja visível a todos. Lembre-se que, por questões de segurança e economia, em diferentes horários do dia, as luzes também deverão ser acionadas de forma diferente. Logo, separar os circuitos é o ideal.

LEBLON IN

Um único padrão de acionamento resultaria em uma iluminação engessada. Pense sempre na divisão em 3 circuitos, pelo menos – funcional, decorativo e indireto – podendo oscilar ou conciliar, de acordo com o momento do dia ou atividades a serem desenvolvidas no espaço.

LEBLON OCEAN

Espero que essas dicas tenham sido úteis pra você!
Acompanhe as próximas colunas e, na dúvida, antes de brigar com o vizinho, coloque a culpa no arquiteto (rs). Afinal, estamos aqui para isso também!

 

Abraços e até a próxima.

Por: Victor Niskier

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