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Tecnologia e empoderamento: a autogestão assegura a meritocracia

Por Revista Síndico
Última atualização: 13/04/2021
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Businessman or student working from home being isolated or keep quarantine, coronavirus COVID-19. African-american man using laptop, tablet and headphones. Online conference, lesson, remote office.
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As plataformas e sistemas de autogestão ganharam ênfase durante a pandemia. É fato que, desde antes, já vinham sendo adotadas nas empresas, inclusive como parte do processo de transformação digital. Porém, o impulso oriundo da digitalização acelerada potencializou seu uso.

Com isso, é interessante é observar os efeitos dos sistemas de autogestão sobre a meritocracia. É o que se pode perceber, por exemplo, a partir da experiência da Robbyson, plataforma de administração de KPIs, que permite a autogestão entre suas funcionalidades. A melhoria geral da performance e a valorização dos colaboradores se torna evidente a partir do uso.

“Uma empresa dentro de um ecossistema tecnológico olha para o futuro e sabe que a autogestão está intrinsecamente ligada a autonomia, bem-estar, poder de decisão e promoção de talentos dos funcionários”, justifica o executivo. “A disrupção tecnológica deve acompanhar a colaboração e a autonomia dos funcionários. O futuro do trabalho será cada vez mais transparente, com gestão justa, colaborativo, no qual a Ciência de Dados seja usada em prol da meritocracia”. Essa é a aposta da Robbyson.

A Robbyson dobrou o número de clientes e de usuários. Em 2020, conseguiu atrair novas marcas em diversos setores da economia (financeiro, varejo, seguros, telecomunicações etc.), além de crescer 77% em faturamento em 2020. Passou de 25 mil para 50 mil o número de usuários ativos da plataforma.

“Acreditamos que um olhar individualizado torna a gestão mais justa e flexível”, comenta Lawrence Klein, executivo de Gestão e Estratégia na Robbyson. “Ninguém melhor do que o próprio colaborador para observar seus pontos fortes e apostar neles, assim como estar atento e procurar recursos para melhorar as metas”. Não por acaso, a Robbyson utiliza a autogestão em seu negócio e, a partir de sua plataforma, viabiliza essa estratégia em outras empresas.

A autogestão em um novo mundo

mulher trabalhando
“Ficar distante e conectado ao propósito de trabalho é um grande desafio e exige um empenho e foco maior dos funcionários”

Em um cenário em que o home office é realidade para muitas pessoas, Klein reforça que a autogestão é indispensável para que o trabalho funcione. “Ficar distante e conectado ao propósito de trabalho é um grande desafio e exige um empenho e foco maior dos funcionários”, defende. Na prática, a Robbyson flexibiliza a gestão, não só por ser 100% online, mas sobretudo pelos mecanismos que oferece para que seja feita a distância: medindo, reconhecendo e premiando resultados.

Considerando o período de distanciamento social, ele considera o quão fundamental é a comunicação e destaca que a plataforma facilita muito o contato – seja por chat, seja por vídeo ou reunião em grupo. A transparência é real, tanto para o funcionário quanto para o gestor. “Os impactos positivos da autogestão, em Robbyson, são mensuráveis”, diz. “A ferramenta faz uma análise do desempenho do profissional e oferece dicas para a melhora da performance, dicas já validadas e aproveitadas com sucesso por outros colaboradores. Em dois meses de uso, a Robbyson já ofereceu cerca de 50 mil feedbacks virtuais. Pelo menos 30% dos profissionais obtiveram evolução de performance, e isso porque tomaram uma decisão após os feedbacks”.

Transformação gera resultados

Durante a pandemia, a Robbyson que foi muito além da tecnologia. Como afirma Klein, com o distanciamento social, o contato digital foi urgente e necessário. Assim, tornou-se ainda mais fundamental o recurso da plataforma a partir do qual os funcionários informam seu humor diariamente: “tô pra baixo”, “tô de boa” ou “top demais”, colaborando para conversas e interações, contribuindo para a escuta e feedback virtuais constantes.

Outro ponto positivo é que a plataforma também incentiva o trabalho colaborativo por meio da função “amigo-anjo”, por meio da qual um colaborador pode ajudar o outro com dicas e orientações. “É um ciclo de ações positivas: autogestão, liderança e colaboração. Estas ações, somadas a inteligência de dados e gamificação fazem com que o uso da nossa plataforma seja eficiente para todos, empresa e colaborador”, diz.

 

Fonte: Consumidor Moderno

 

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