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5 motivos para você implantar o reconhecimento facial em seu condomínio

Por Revista Síndico
Última atualização: 04/06/2021

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A tecnologia de leitura facial está mais presente em nosso dia a dia do que se imagina. Ela é ativada, por exemplo, a cada vez que a câmera de seu smartphone inicia o aplicativo de detecção de faces ou que o Facebook identifica seu rosto e o de seus amigos em fotografias. 

Ativação de cadastros, validação de transações financeiras e até confirmação de pagamento. Esses são outros nichos nos quais o reconhecimento de faces vem ganhando mercado nos últimos anos. Até 2025, estima-se que mais de 1,4 bilhão de pessoas no mundo use a solução em alguma medida.  

Com a pandemia, o processo de adoção da tecnologia se acelerou ainda mais. “O distanciamento social e o trabalho remoto contribuíram para um aumento considerável no uso do reconhecimento facial. A impossibilidade de as pessoas comparecerem pessoalmente em seus compromissos gerou uma demanda maior no grau de segurança de diversos procedimentos que passaram a ser realizados à distância”, comenta Paulo Moreira, gerente de contas da Computer ID, empresa especializada em biometria.

Na prática, a leitura facial consiste basicamente em identificar pessoas, combinando imagens de faces armazenadas em bancos de dados com rostos capturados por câmeras fotográficas ou de vídeo. Nesse cruzamento de informações, características como distância entre os olhos, comprimento do nariz, tamanho do queixo e desenho da mandíbula são analisadas no reconhecimento.

Para funcionar, basta uma câmera frontal e um software apropriado. “Diferentemente da biometria digital, que apresenta graves entraves à identificação de idosos e de pessoas com problemas de saúde ou trabalhos que inibem a identificação digital, o reconhecimento facial funciona para todos. Além disso, a instalação é mais econômica e elimina aquela fiação indesejável”, narra Vinícius Reiche Matos, diretor geral da Teclink, empresa que desenvolve diferentes sistemas de automação há mais de 30 anos.

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Vinicius Matos, da Teclink, conta que a instalação do equipamento é econômica e elimina aquela fiação indesejável

Maciel da Silva e Lucimari Cassim administram condomínios que implantaram o reconhecimento facial. Em ambos os projetos, o objetivo foi garantir mais segurança e agilidade no acesso aos condomínios. “Quando chega um visitante, tiramos três fotos na portaria principal. Logo depois, ele é encaminhado para a portaria do bloco do morador; ela irá abrir e ser acessada por reconhecimento facial. Fazemos também o cadastro de prestadores de serviço, que ficam vinculados a cada condômino, cabendo a este escolher dia e horário para liberação da entrada do profissional”, conta Lucimari. “A tecnologia não apresenta falhas e tem preço em conta. É fácil e rápida. Recomendo 100%”, opina Maciel.

Se você ainda não se convenceu das vantagens da biometria facial, a gente lista abaixo mais 5 motivos para você aderir à tecnologia no seu condomínio.

 

1. Respeita o distanciamento social

Adeus a chaves, tags e crachás. O sistema de reconhecimento facial é touchless, ou seja, funciona sem a necessidade de toque. Em tempos de crise sanitária, é ideal para manter o distanciamento social entre as pessoas, garantindo a biossegurança do condomínio. 

“Para ser mais efetivo no ambiente condominial, o sistema precisa estar integrado com aparelhos controladores de acesso, que podem ser igualmente sem contato, como cancelas e travas eletromagnéticas ou eletroímãs”, destaca o especialista Paulo Moreira.

 

2 . Poupa tempo

A leitura facial é instantânea. Nada de o condômino ou o visitante sair do carro para ter sua entrada aprovada. Tampouco perder tempo procurando chaves para acessar áreas diversas. Há relatos de condomínios que reduziram o tempo de acesso ao condomínio de três minutos para poucos segundos. No fim das contas, a economia de tempo significa otimização de recursos humanos e financeiros. 

O consentimento para o reconhecimento facial é recomendável, mas não mandatório, pois na LGPD (artigo 11, inciso II, “g”), existe uma previsão que garante o tratamento de dados pessoais sem fornecimento de consentimento quando for indispensável para resguardar o direito do titular e nos processos de identificação e autenticação de cadastro em sistemas eletrônicos. 

 

3. É precisa

A alta precisão é um dos pontos altos da biometria facial. Como a identificação é baseada em diversos pontos únicos da face, o sistema funciona ainda que o rosto tenha passado por algumas alterações, como barba, máscara, óculos ou mesmo que esteja envelhecido.

“A precisão depende de um bom cadastro, uma boa captura de imagem e um software de reconhecimento com algoritmos avançados. Quando tudo isso está funcionando, não temos problema de acuracidade”, destaca Vinícius Reiche Matos, da Teclink.

 

4. Atua na segurança preventiva

“No reconhecimento facial, a pessoa é única. É possível combinar o sistema com outros recursos e otimizar ainda mais o processo. Por exemplo, utilizamos o CPF como forma de identificação, por ser único em todo território nacional. Então, quando alguém digita o CPF para fazer um cadastro, a gente consegue buscar o nome da pessoa diretamente na base de dados da Receita Federal para não ter dados diferentes”, pontua Vinícius.

Com isso, é possível identificar se alguém está tentando se passar por outra pessoa e, assim, evitar o roubo de identidade. A tecnologia permite também detectar a presença de invasores, isso porque já existem no mercado soluções que identificam corpos e rostos não cadastrados.

5. Automatiza processos

 A automação de processos basicamente coloca na conta da tecnologia as rotinas repetitivas, liberando os profissionais para fazerem tarefas mais complexas e criativas. No caso do reconhecimento facial, é possível reduzir o número de etapas e a necessidade de intervenção humana em projetos de vigilância fulltime, por exemplo. 

“Transações que hoje requerem uso de senha podem facilmente migrar para o reconhecimento facial, como meios de pagamento, uso do plano de saúde e logon em aplicativos de computadores. O uso no combate de fraudes também é muito promissor, com a interação do uso privado integrado com bases de dados de órgão públicos”, finaliza Paulo Moreira.

Confira uma reportagem da Olhar Digital, que mostra como a tecnologia de reconhecimento facial tem sido usada mundo afora

 

 

 

Por: Aline Durães

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