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Prefeitura RJ anuncia plano Reviver Centro

Por Revista Síndico
Última atualização: 04/02/2021

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A Prefeitura do Rio anunciou recentemente o lançamento do projeto Reviver Centro, que tem o objetivo de estimular a recuperação social, econômica e urbanística do Centro do Rio, atraindo para a região novos moradores e criando uma série de diretrizes para a renovação e manutenção do local. A iniciativa prevê uma série de incentivos fiscais e edilícios, além de um cuidado redobrado com o patrimônio histórico.

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O Reviver Centro pretende conceder permissões para a construção de novas moradias e a conversão de prédios comerciais em edifícios de uso residencial ou misto.

Sempre atento às necessidades da cidade e em busca do desenvolvimento do mercado imobiliário carioca, o Secovi Rio encaminhou um ofício à Secretaria Municipal de Planejamento Urbano, manifestando total apoio ao projeto e colocando-se à disposição para discutir propostas importantes para o Centro da cidade. Na visão do Sindicato, a região central sempre foi muito relevante para a economia do município, para a geração de empregos e tem enfrentado grandes dificuldades desde o início da pandemia.

“O Secovi Rio e a ABADI, representando e administrando mais da metade dos condomínios do Centro do Rio, querem de forma efetiva se integrar ao esforço de sua Secretaria, mobilizando-se junto aos associados, bem como conclamando outras lideranças do setor imobiliário, investidores e comerciantes no Centro do Rio, para discutir e encaminhar ações e soluções. Acreditamos que nesse projeto ‘Reviver Centro’ a iniciativa privada tem de somar ao esforço e ações da Prefeitura. Essa integração público-privada é essencial para superarmos essa situação”, destaca o documento enviado pelo Sindicato à Prefeitura.

Saiba mais sobre o Reviver Centro

O Reviver Centro pretende conceder permissões para a construção de novas moradias e a conversão de prédios comerciais em edifícios de uso residencial ou misto. O projeto oferecerá, ainda, benefícios a empreendedores que se enquadrem no programa de locação social que a Prefeitura irá lançar, tendo como público-alvo estudantes universitários, cotistas e servidores públicos.

Segundo a administração municipal, o plano é fortalecer a condição do Centro do Rio como um dos principais centros urbanos do país e do mundo, apresentando soluções para inibir o esvaziamento da região, o que acaba gerando aumento da insegurança e falta de ordenamento urbano.

“O Centro do Rio é uma cidade de 5 minutos. Saindo de uma estação de metrô, trem ou vlt você acessa em uma caminhada de 5 minutos a restaurantes, museus, comércios. Tem-se de tudo ali. Esse território de cinco minutos é fantástico para moradia. Com o plano, a gente busca incentivar a moradia, a recuperação urbana, tudo ao mesmo tempo, permitindo que esta área possa ser revitalizada”, explicou o secretário municipal de Planejamento Urbano, Washington Fajardo, que trabalha no desenvolvimento do conjunto de ações a serem lançadas.

Prédios centro RJ
A região central da cidade do Rio de Janeiro concentra cerca de 800 mil postos de emprego formal.

Prefeitura quer ouvir a população

Para ouvir a opinião dos cariocas sobre as principais necessidades relacionadas à revitalização do Centro e da Região Portuária, a Secretaria Municipal de Planejamento Urbano criou uma pesquisa.

Basta acessar o link: prefeitura.rio/revivercentro e enviar sugestões.

A expectativa é que a plataforma digital e colaborativa reúna ideias de moradores, comerciantes, empresários e pessoas interessadas no plano urbano Reviver Centro.

Por que morar no Centro?

A região central da cidade do Rio de Janeiro concentra cerca de 800 mil postos de emprego formal, com oferta abundante de comércio e serviços, facilidade de acesso a transportes (linhas de metrô, barcas, trens, ônibus e VLT) e com uma rica diversidade cultural, além de patrimônio histórico cultural relevante, que inclui museus, teatros e centros culturais importantes.

Quais transformações o Centro mais precisa?

Apesar da intensidade do comércio e dos serviços, a região central possui baixíssima densidade residencial, o que faz com que muitas áreas fiquem desertas fora dos dias e horários comerciais. Agora, com a pandemia da COVID-19, a situação se agravou, contribuindo para o enfraquecimento das atividades econômicas. Se a região já enfrentava desafios antes, para seu adensamento com moradias, o cenário se tornou ainda mais desafiador. É preciso pensar, por um lado, como é possível potencializar as políticas já existentes relacionadas a população em situação de rua e como consolidar, proteger e ampliar as moradias de caráter social; e por outro, como promover a requalificação do espaço público por meio de excelência nos serviços e como incentivar a atividade econômica, e contribuir assim para o incremento da função habitacional.

 

Fonte: SecoviRio

Imagens: Pixabay

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