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Cresce em 200% a busca por compra de imóveis na Zona Sul e na Tijuca – RJ

Por Revista Síndico
Última atualização: 02/11/2020
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Visitas para conhecer o novo lar aumentaram 200%, entre maio e junho

A abertura gradual das atividades e a flexibilização das medidas de distanciamento social já começam a gerar feitos no mercado imobiliário do Rio. De acordo com pesquisa da APSA, os queridinhos do mercado para compra e venda de imóveis nesse período são a Zona Sul e a grande Tijuca.

O levantamento, comparando alguns indicadores entre maio e julho, percebeu uma alta significativa no número de visitas a imóveis destas duas regiões: 200% entre maio e junho; e 133% entre junho e julho.

“Percebemos um aumento tanto na busca por interessados quanto nos pedidos de avaliações para venda por parte de proprietários. O volume de visitas aumentou consideravelmente, bem como de propostas e fechamentos.”

“Os motivos são os mais diversos, mas destaco que o principal é a necessidade das pessoas em se adequar a uma nova realidade de vida, seja profissionalmente (home office), pessoal (novas opções de lazer e facilidades próximas as suas residências) ou financeira (adequação a uma nova realidade financeira)”, analisa Gustavo Araújo, gerente de Negócios da Apsa.

Sobre o envio de propostas, a pesquisa apontou recuperação de 83% (entre junho e julho), vindo de uma alta de 10% no bimestre anterior. Isso se reflete no Valor Geral de Vendas (VGV), que cresceu 66% entre junho e julho. Para Araújo, as taxas de juros mais baixas da história para financiamentos imobiliários também têm influenciado nessa retomada.

A Concal, por exemplo, sente os efeitos positivos em ambas as regiões. Na Zona Sul, a empresa lançou um residencial de alto luxo no Leblon, no antigo terreno do restaurante Antiquarius, e vendeu todas as unidades antes mesmo da pandemia.

Já na Tijuca, segundo o presidente da empresa, José Conde Caldas, nos últimos 15 dias de junho, a Concal vendeu cinco apartamentos do Reserva do Conde, residencial quase pronto no bairro, sendo que três foram com pagamentos à vista. “Em 49 anos de mercado, nunca vi uma retomada assim.

São clientes que não estavam investindo na Bolsa e sim na renda fixa e, com a queda de juros, atualmente a Selic esta em 2% ao ano, estão investindo no mercado imobiliário porque já sabem que o preço vai subir”, analisa Caldas.

A Fernandes Araujo também percebe esse movimento no Art’e Tijuca.“O bairro é muito valorizado. No Art’e Tijuca percebemos esse aumento na procura, na curiosidade das pessoas em conhecer o empreendimento e também no fechamento do negócio.

Para estimular a compra das últimas unidades, estamos com campanha de descontos para este mês, além de seis meses de condomínio grátis”, afirma Flavia Katz, gerente de Marketing da construtora. As unidades têm preços a partir de R$ 459.900.

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