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Novos comportamentos impactam na reestruturação dos espaços nos condomínios

Por Revista Síndico
Última atualização: 26/08/2021
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Desde 2020 a pandemia provoca mudanças que partem da escala global e atingem a pessoal. Costumes, ritmos, a forma como nos relacionamos e trabalhamos estão permeadas por constantes adaptações e novidades e, ao que tudo indica, muitas dessas mudanças vieram para ficar.

Ao pensar nos espaços que ocupamos, do nosso lar, nos locais onde desempenhamos nossas atividades profissionais, físicas ou de lazer, pudemos diagnosticar a necessidade de, num primeiro momento, adequar às demandas sanitárias. Após isso, a requalificação desses mesmos espaços para que acompanhem também as necessidades que emergem deste novo cenário e às novas formas de viver tendem a fazer parte do nosso tecido social.

Quando tratamos de moradia, as unidades residenciais particulares, em suma, exigem mais conforto, maleabilidade e praticidade. Nas moradias coletivas, com espaços comuns como os condomínios, as questões de reestruturação ou concepção requerem mais estratégias, que partem desde recursos tecnológicos, como portas automáticas e equipamentos que dispensam o contato físico, até espaços abertos, ventilados e plurifuncionais que não costumavam fazer parte desses projetos.

As áreas como piscina, academia, playground e salão de festas condominiais ganham protagonismo como opção para o lazer e atividades secundárias, não somente por se tornarem mais “seguras”, mas também necessárias, mais do que nunca, para manutenção da saúde física e mental de seus usuários. Para tanto, ampliar estes espaços, criar zonas ventiladas e de área verde que colaborem com as atuais e vindouras medidas sanitárias se torna item básico na elaboração e reestruturação de edifícios.

Além disso, graças ao número crescente de adeptos do home office, para além do redesenho das plantas de casas e apartamentos, equipamentos como coworkings se tornam uma comodidade necessária em condomínios, como um local organizado que pode fornecer ferramentas, convivência e conveniências como boa internet, mobiliário ergonômico e sala de reuniões, para que, ainda do conforto de seu lar, o morador possa dividir as esferas profissionais e pessoais, se assim desejar.

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Áreas como piscina, academia, playground e salão de festas ganharam protagonismo dentro dos condomínios

Outra ideia são as lavanderias comunais. Além de metros quadrados liberados e repensados nas unidades individuais, podem representar economia, sustentabilidade e maior eficiência, uma vez que estas sejam equipadas de maquinários de boa tecnologia e performance.

Importante frisar que todas estas transformações e as próximas devem passar, também, por um pensamento ecológico, propondo alternativas mais limpas e assertivas. Afinal, o futuro requer transformações de estruturas, para que as próximas mudanças possam ser mais brandas e não o resultado de nossos impactos negativos enquanto sociedade no planeta.

 

Por: Gabriel Bordin

 

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